Download Free Templates http://bigtheme.net/ Websites Templates
  • História

    O vilarejo de San Sebastian de Garabandal, na Espanha, foi marcado pela presença da mais abençoada Virgem Maria. Em quase 3.000 aparições públicas entre os anos de 1961 e 1965, ela surgiu para 4 garotas de idades entre 11 e 12 anos: Conchita González, Mari Cruz Gonzáles, Jacinta González e Mari Loli Mazón.
  • 1

La historia de Garabandal

historia“Naqueles días, Maria levantou-se e foi à pressa às montanhas” Lucas 1, 39

Encontramo-nos perante a mais bonita história ocorrida desde os tempos em que Jesus e Maria habitaram entre os homens aquí na terra.

Onde fica e o que é Garabandal?
Garabandal é uma aldeia com cerca de 300 pessoas, situada nas montanhas da Cantábria, no Noroeste de Espanha. É um lugar de sobrenatural serenidade e beleza.

album ninasNo dia 18 de Junho de 1961, quatro meninas, Conchita González, Jacinta González, Mari Loli Mazón de 12 anos, juntamente com Mari Cruz González de 11 anos, jogavam nas proximidades da aldeia quando ouviram um som como de um trovão. Assustadas, levantaram as cabeças para ver donde vinha este ruído. De repente, viram diante delas uma figura bonita de um Anjo resplandecente. Depois de um breve instante e sem ter pronunciado uma palavra, desapareceu. Durante os dias seguintes, repetiram- se as visitas do Anjo que em silêncio, as fixava com o olhar e sorria. Os habitantes de Garabandal começaram a reunir-se com as meninas ao cair da tarde para rezar o rosário enquanto esperavam a aparição. Finalmente, no dia 1 de Julho de 1961, o Anjo falou às meninas e disse-lhes “Sabeis porque eu vim? Devo anunciar-vos que a Virgem Santíssima irá aparecer-vos amanhã como Nossa Senhora do Carmo." Cheias de alegria, as quatro meninas exclamaram: “Que venha depressa!”

No dia 2 de Julho, festa da Visitação naqueles tempos, às seis da tarde, as meninas estavam na “calleja” quando Nossa Senhora apareceu com o menino Jesus e dois anjos. Um dos anjos reconheceram-no como sendo aquele que tinha aparecido na primera aparição, que depois mais tarde foi identificado como S. Miguel Arcanjo, e o outro parecia idêntico. Mais acima, à direita, viram um olho que as meninas chamaram de olho de Deus. Sem medo algum, as meninas começaram a falar com Nossa Senhora. Falaram sobre as suas famílias e sobre o trabalho que faziam em casa e nos campos e Nossa Senhora sorria. Conchita disse que ela era como se a sua mãe tivesse estado ausente durante uma viagem e que acabava de chegar. Rezaram o rosário com Nossa Senhora, e Ela ensinava-as a rezar bem.
Quando Nossa Senhora dizia que tinha que ir embora, as meninas insistiam para que nao fosse. Ela, para as consolar, prometia regressar no dia seguinte.

E regressava, não apenas no dia seguinte, mas em centenas de encontros, por vezes durante várias ocasiões esses encontros ocorriam várias vezes ao longo do dia e da noite. As meninas sabiam perfeitamente quando iam ter uma aparição, graças ao que elas mesmas denominavam de “chamadas”. Recebiam três “ chamadas”, que eram como uma alegria crescente que precedia e anunciava a aparição. Na terceira chamada, a alegria era tão grande que saiam correndo donde estavam até ao lugar da aparição, onde chegavam quase simultaneamente, caindo repentinamente de joelhos e em transe extático.
album marchasEm Agosto de 1961, começaram a ocorrer as caminhadas extáticas, as meninas começaram a caminhar em êxtase, para a frente e para trás por toda a aldeia com os olhos sempre fixos no alto.

No começo das aparições, para fazer sorrir o Menino Jesus que Nossa Mãe do Céu às vezes trazia nos braços, as meninas ofereciam pequenas pedras. O Menino não tomava as pedras, mas Nossa Senhora sim, beijava-as e encarregava as meninas para que dessem a determinadas pessoas depois de terminar o êxtase. Ao verem isto, os espectadores começaram a dar às meninas numerosos objetos religiosos para que fossem beijados por Nossa Senhora, colocando-os numa mesa com esse propósito nas casas das meninas, quando elas não estavam presentes. Não havia forma de elas saberem a quem pertenciam os objetos. Então, em êxtase, com a cabeça sempre levantada com os olhos fixos no céu, guiadas apenas pela visão, nunca se equivocavam nos milhares de rosários, medalhas, alianças de casamento e outros artigos religiosos que devolviam aos respetivos donos. Entre os objetos apareceu uma vez uma caixa de pó de arroz. As meninasalbum beso estranharam ao ver este objeto profano que foi apresentado para ser dado a beijar a Nossa Senhora, e por isso ofereceram resistência para o dar a beijar, mas quando Nossa Senhora chegou, a primeira coisa que pediu para fazer foi querer beijar a caixinha dizendo que era “algo do seu Filho”. Ao terminar o êxtase, a dona do objeto revelou às pessoas presentes que durante a Guerra Civil Espanhola, aquela caixa tinha servido para levar a Eucaristia às escondidas a pessoas que se encontravam prisioneiras e que iam ser executadas.

Durante os êxtases, as nossas pequenas protagonistas, levavam sempre um crucifixo que ofereciam às pessoas presentes para que o beijassem. Por ordem de Nossa Senhora só extendiam o crucifixo a quem Ela indicava. Depois de um êxtase, Conchita constatou que todos aqueles a quem tinha dado a beijar o crucifixo eran sacerdotes vestidos à civil. Foram numerosas as ocasiões em que as meninas em êxtase reconheciam os sacerdotes e religiosos vestidos à paisana com base na informação da visão.

Pouco a pouco, à medida que a notícia ia correndo de boca em boca, começaram a chegar visitantes vindos de fora da povoação, inclusivé de fora de Espanha, até ao ponto de chegaram a juntar-se de 500 a 3000 pessoas por dia, unindo-se todos em oração, enquanto esperavam pela aparição.

Ao lado das meninas em êxtase, apareciam muitos sacerdotes e médicos decididos a comprovar a verdade ou não das aparições. Entre os primeiros, chegaram a estas montanhas longínquas, teólogos de prestígio, professores, sacerdotes diocesanos e religiosos com importantes cargos dentro da Igreja. Realizaram as suas indagações a nível teológico e doutrinal e examinaram a vida das meninas. Puderam comprovar que eram meninas perfeitamente sãs e equilibradas, sem ânsia de espetacularidade, e que não deixavam de ter coisas de “meninas” quando estavam fora do êxtase. Comprovaram que em todo o tempo que duraram as aparições, as meninas não deixavam de manter as suas obrigações escolares, nem as ajudas em casa ou do campo, mesmo que a aparição tivesse acontecido até altas horas da madrugada, sofrendo muitas vezes as inconstancias do tempo: chuva, o frio ou a neve. A mesma Nossa Senhora repetia amiúde que fossem obedientes aos seus pais. Também as incentivava a fazerem sacrificios, em particular pelos sacerdotes, para que fossem santos, e por aqueles que têm dúvidas no seu sacerdócio, para que continuassem sendo sacerdotes. Ensinou-as a terem horror ao pecado, ajudando-as a formar a sua consciência, respondendo às mil perguntas que as meninas faziam. As meninas afirmaram que depois de ver Nossa Senhora, tinham mais vontade de amar Jesus e a Maria e de falar a todos do Senhor e de sua Mãe Santíssima. Em Garabandal, chama sempre a atenção, este tratamento sincero e de confiança que as meninas tinham com a sua Mãe do Céu que até jogava e brincava com elas por várias ocasiões e que com frequência se despedia com um beijo.

album hablandoOs médicos, por sua parte, puderam comprovar de forma extraordinária, os estranhos fenómenos físicos que acompanhavam os êxtases. Durante estes, a insensibilidade à dor era total quando as picavam com agulhas ou quando as queimavam com pontas de cigarro. Os seus corpos adquiriam um peso extraordinário que tornava impossível levantá-las, nem sequer fazer o mais pequeno movimento dos seus membros. Os seus olhos abertos que comtemplavam a aparição eram bombardeados com a luz de potentes focos e de flashes sem que a expressão dos seus rostos fosse perturbada. Corriam até ao lugar da visão, e chegavam antes do que qualquer outra pessoa, mesmo dos mais jovens fortes e encorpados e chegavam sem sinais de esforço físico, ao passo que as restantes pessoas chegavam cansadas e transpiradas. Caiam de forma repentina com os joelhos sobre as rochas sem provocar qualquer dano físico. Caminhavam em êxtase para a frente e para trás pelas ruelas cheias de pedras da aldeia ou pelos campos, com a cabeça totalmente levantada, com os olhos fixos no alto durante todo o tempo, sem ver para onde iam, sem nunca cair nem tropeçar. Nada disto tinha explicação natural.

album testigosEntre os muitos sacerdotes que subiram a Garabandal para estudar os acontecimentos, estava o Padre Luís Maria Andreu, que subiu a Garabandal juntamente com o seu irmão, o também Jesuíta Padre Ramón Andreu, ambos movidos mais pela curiosidade do que pela esperança de encontrar coisas sérias. O que viram convenceu-os bem depressa sobre a verdade daquilo que falavam as meninas. No dia 8 de Agosto de 1961, o Padre Luís Andreu realizou uma segunda visita a Garabandal. Pela noite, quando as meninas entraram em êxtase, colocou-se junto delas para observá-las com atenção. De repente, os que estavam junto com ele, puderam observar que uma emoção indescritível invadiu o Padre. O seu rosto mudou de aspeto e as lágrimas começaram a cair pelo seu rosto. De repente gritou: “Milagre, Milagre, Milagre, Milagre!!!” No carro que os levava de regresso a casa nessa mesma noite, os seus companheiros de viagem ficaram impressionados pela alegria que tomava conta do Padre e da segurança e certeza com que falava dos acontecimentos de Garabandal. Repetia emocionado: “Que contente eu estou! Que presente me deu Nossa Senhora!” Que sorte em termos uma Mãe assim no céu!” Eu não posso ter a menor dúvida sobre a verdade das visões. Hoje é o dia mais feliz da minha vida!”. Depois desta última frase ficou em silêncio. “Padre, que se passa consigo?” O Padre Luís Maria Andreu tinha morrido. Era um homem jovem, do qual não se conhecia nenhuma enfermidade. Nossa Senhora disse às meninas no dia 8 de Agosto, que o Padre Luís Maria Andreu não apenas a tinha visto, como também teve uma visão do futuro grande Milagre que um dia acontecerá em Garabandal.

¿De qué Milagro estaba hablando la Virgen? En octubre de 1961, la Virgen comunicó a Conchita el Gran Milagro, más tarde también lo comunicó a las otras tres. Conchita dice que será un jueves a las 8.30 h. de la tarde y durará un cuarto de hora; pero una señal quedará visible en los pinos hasta el final de los tiempos. Coincidirá con un gran evento eclesial. Sanarán los enfermos que estén allí, los pecadores se convertirán y los incrédulos creerán. Conchita sabe la fecha del Milagro y lo anunciará con ocho días de anticipación.
Antes del Gran Milagro habrá un aviso sobrenatural que vendrá directamente de Dios para prepararnos.
El aviso se verá en el Cielo en todo el mundo y será sentido por todos, cualquiera que sea su condición y conocimiento de Dios, exactamente al mismo tiempo. Será una experiencia terrible pero para el bien de nuestras almas porque veremos en el interior de nosotros mismos, en nuestra conciencia, el bien y el mal que hemos hecho. Dios desea nuestra salvación. Por eso, el aviso no tiene como finalidad el temor sino que nos acerquemos más a Él y tengamos más fe.
Si después del Milagro el mundo no cambia vendrá un castigo. Dice Conchita: "El Castigo, si no cambiamos, será horrible. Nosotras, Loli, Jacinta y yo, lo hemos visto; pero yo no puedo decir en qué consiste, porque no tengo permiso de la Virgen".

mensaje primerUn día importante, sin duda, en la historia de las apariciones de nuestra Señora en Garabandal fue el 18 de octubre de 1961, fecha en que la Virgen dio permiso a las niñas para comunicar a todos su primer mensaje. La fuerte lluvia, que no cesó en todo el día, no desanimó a las miles de personas que ese día llegaron hasta Garabandal. Al caer la tarde, en los Pinos, las niñas leyeron el texto del mensaje: "Hay que hacer muchos sacrificios, mucha penitencia, visitar al Santísimo, pero antes tenemos que ser muy buenos. Y si no lo hacemos nos vendrá un castigo. Ya se está llenando la copa y si no cambiamos nos vendrá un castigo muy grande". Con sencillez de madre, María Santísima daba a sus hijos las indicaciones que estos necesitaban oír para bien de sus almas. Si no tomamos el camino de la Cruz, si la Eucaristía no es el centro de nuestras vidas y de cada uno de nuestros días, si no somos buenos, si no nos convertimos, el Señor no tendrá más remedio que intervenir para que comprendamos la importancia de lo que está en juego, nuestra salvación.

album comunionTras la comunicación de este primer mensaje, las niñas pedían con frecuencia a la Virgen que hiciese un milagro para que la gente creyese en las apariciones. Cuando en el pueblo no iba a haber misa, para que las niñas no quedaran sin comulgar, el mismo San Miguel venía para darles la comunión. Un día, San Miguel comunicó a Conchita que en una de esas ocasiones en que él le traía la comunión, la forma se haría visible en su lengua. A Conchita no le pareció un gran milagro porque ella pensaba que la forma era siempre visible a los presentes. Cuando llegó el día, que había sido anunciado por Conchita quince días antes, había cientos de personas en el pueblo. En la noche del 18 al 19 de julio de 1962, a la una y media de la madrugada, ocurrió el milagro, un milagro precisamente eucarístico. Parece lo justo, dado que ayudarnos a profundizar en el amor y veneración por la Eucaristía parece una de las claves de lo que la Virgen vino a hacer a Garabandal. Uno de los presentes pudo grabar algunos instantes en vídeo donde se ve la forma blanca aparecer en la boca de Conchita.

Durante los dos primeros años, las manifestaciones del Cielo se multiplicaban sin parar. A partir de 1963, las niñas ya no tuvieron tantas apariciones como al principio, y a veces el Cielo se comunicaba con ellas a través de locuciones interiores, que ellas sentían pronunciar en su alma por la Virgen y en alguna ocasión por el mismo Señor. A pesar de eso, las peregrinaciones seguían fluyendo hacia Garabandal con un aumento notable en el número de peregrinos procedentes del extranjero. Al apartado pueblo de la montaña llegaban auténticas personalidades del mundo eclesial, periodistas de importantes medios, diplomáticos, empresarios, escritores... Se dieron casos de conversiones notables y curaciones de índole físico y espiritual. En Garabandal, la Virgen parece especializada en sanar los corazones y las almas.

album ultimaEl segundo mensaje de la Virgen llegó pocos meses antes del fin de las apariciones, el 18 de junio del 1965. Es San Miguel el encargado de comunicar el mensaje a Conchita de parte de la Virgen. Las lágrimas ruedan por el rostro de la muchacha a medida que él va hablando. "Como no se ha cumplido y no se ha dado mucho a conocer mi mensaje del 18 de octubre de 1961, os diré que este es el último. Antes, la copa se estaba llenando, ahora, está rebosando. Muchos cardenales, obispos y sacerdotes van por el camino de la perdición, y con ellos llevan a muchas más almas. A la Eucaristía cada vez se le da menos importancia. Debéis evitar la ira del buen Dios sobre vosotros con vuestros esfuerzos. Si le pedís perdón con alma sincera, Él os perdonará. Yo, vuestra Madre, por intercesión del Ángel San Miguel, os quiero decir que os enmendéis. ¡Ya estáis en los últimos avisos! Os quiero mucho y no quiero vuestra condenación. Pedidnos sinceramente y nosotros os lo daremos. Debéis sacrificaros más. Pensad en la Pasión de Jesús". El mensaje, breve en palabras, era verdaderamente largo en contenido y no hacía sino describir la dolorosa situación que estaba viviendo la Iglesia Católica, a punto de concluir el Concilio Vaticano II. Pocos meses después de la comunicación de este segundo mensaje, Pablo VI publicaría la encíclica Mysterium Fidei, en la que el Pontífice expresaría precisamente su grave preocupación por la confusión doctrinal respecto al mayor tesoro que la Iglesia posee, la Eucaristía. Pero, el 18 de junio de 1965, Conchita no podía conocer lo que estaba sucediendo, porque la crisis de doctrina y culto que comenzaba a estallar en el seno de la Iglesia, apenas había llegado a España, y menos a esa aldea perdida en la montaña. De igual manera, la gran crisis sacerdotal todavía no se podía ni imaginar, y sin embargo pronto se convertiría en motivo de nuevo y profundo sufrimiento para el sucesor de Pedro y para toda la Iglesia.

El 13 de noviembre de 1965 fue para Conchita un día de alegría y tristeza mezcladas. Subió sola a los Pinos, bajo la lluvia. María Santísima se apareció de nuevo a la joven. Venía con el Niño, muy sonriente, pero esta vez sería la última. La Virgen, dirigiéndose a Conchita, dijo: "¡Háblame, Conchita, háblame de mis hijos! A todos los llevo debajo de mi manto (…) Os quiero mucho y deseo vuestra salvación (…) Pon de tu parte todo lo que puedas y nosotros te ayudaremos. Esta será la última vez que me verás aquí, pero estaré siempre contigo y con todos mis hijos. Conchita, debes visitar más a mi Hijo en el Sagrario. ¿Por qué te dejas llevar de la pereza para no visitarle? Él os está esperando día y noche". Conchita dijo a la Virgen: "¡Qué feliz soy cuando os veo. ¿Por qué no me llevas ahora contigo?". Ella le contestó: "Acuérdate de lo que te dije el día de tu santo. Cuando te presentes delante de Dios tienes que mostrarle tus manos, llenas de obras hechas por ti a favor de tus hermanos y para gloria de Dios. En este momento tienes las manos vacías".

Así terminaron las manifestaciones visibles de nuestra Señora en Garabandal. Los momentos felices que las niñas habían pasado con su Madre Celestial habían terminado, pero sentían aún su presencia y los efectos dejados en su alma. Conchita dijo de las apariciones: "Me dejaron el alma llena de paz y alegría y de un gran deseo de vencer mis defectos y de amar al Señor y a su Madre Santísima con todas mis fuerzas".

album puebloSon los mismos efectos que nuestra Madre del Cielo quiere dejar en las almas de todos sus hijos: la certeza de tener una Madre muy cercana que vela por nosotros, el deseo de conversión que nace en el alma que medita la Pasión, el amor y la veneración por el tesoro más precioso que posee la Iglesia: la Eucaristía. María Santísima estará siempre con todos sus hijos. Lo que prometió a Conchita en esa última aparición nos lo promete a nosotros: “Nosotros te ayudaremos. Yo estaré siempre contigo y con todos mis hijos".